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| Liliane Tavares, Iara Farias, Felipe Freitas e Ilma Oliveira no seminário, reforçando o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes e o enfrentamento da violência sexual. Sandra Santos, técnica do IA, fortalece o debate sobre prevenção, acolhimento e proteção. Trícia Calmon, superintendente de Direitos Humanos, e a coordenadora Iara Farias destacam a importância da união entre sociedade e poder público no combate à violência sexual. O projeto Com.Direitos participou do lançamento da campanha “Não à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes”. Em Pernambuco, a mobilização reforça a importância da prevenção, do enfrentamento e da proteção de crianças e adolescentes. |
Ao longo do mês de maio, o Instituto Aliança (IA) integrou mobilizações de enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes em diferentes territórios do país. A programação reuniu seminários, ações educativas, agendas nacionais e iniciativas de fortalecimento das redes de proteção na Bahia, em Pernambuco e em Brasília.
As atividades fazem referência ao 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, e reforçam a importância da proteção integral, da escuta qualificada e da atuação permanente da sociedade na prevenção das violências.
“Quando falamos do enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, precisamos compreender que nenhuma instituição atua sozinha. A proteção acontece por meio do trabalho em rede, com escolas, sistema de justiça, saúde, assistência social, organizações da sociedade civil e toda a comunidade comprometida com a prevenção, o acolhimento e a garantia de direitos”, afirmou a diretora do Instituto Aliança, Ilma Oliveira.
Seminário “Faça Bonito – Direitos Humanos em Eventos Populares da Bahia” – A principal mobilização do 18 de Maio neste ano foi o Seminário “Faça Bonito – Direitos Humanos em Eventos Populares da Bahia”, realizado no dia 27 de maio, em Feira de Santana (BA). A ação integra o projeto Direitos Humanos em Eventos Populares da Bahia, desenvolvido pelo Instituto Aliança em parceria com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH).
A iniciativa marcou uma ação inédita de interiorização das políticas públicas de proteção à infância e adolescência, reunindo representantes da rede de proteção de 19 municípios do território Portal do Sertão. O encontro envolveu instituições públicas, organizações sociais e profissionais de diferentes áreas para fortalecer o debate público sobre prevenção e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, especialmente em contextos de grandes eventos e festas populares.
Ilma Oliveira, diretora do Instituto Aliança, e Iara Farias, coordenadora estadual de Proteção à Criança e ao Adolescente da SJDH, encerraram o seminário reforçando a importância da atuação coletiva na proteção de crianças e adolescentes. |
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Marcio Lupi, coordenador de projetos de comunicação, iniciou o painel sobre o ECA Digital. |
Adriana Nascimento, coordenadora local da ação pelo Instituto Aliança, apresentou reflexões sobre a revisão do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e seus desdobramentos nos territórios. |
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Sandra Santos, consultora do Instituto Aliança, compartilha a experiência de Simões Filho na construção do Plano Municipal contra a violência sexual infantil e juvenil. |
Participantes da rede de proteção, juventudes e sociedade civil acompanharam a programação do seminário, que promoveu debates sobre prevenção e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. |
Representantes de instituições parceiras e da rede de proteção participaram da mesa de abertura do seminário, fortalecendo o diálogo interinstitucional em defesa dos direitos humanos. |
Equipes do Instituto Aliança e da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), responsáveis pela realização do seminário e das ações de mobilização do 18 de Maio. |
A programação também contou com apresentação artística do Coletivo Cênico Sonhos em Movimento, que levou ao público uma intervenção teatral sobre o tema.
Durante a abertura, o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, destacou a importância do fortalecimento das redes de proteção nos territórios e do enfrentamento das múltiplas violências que atingem crianças e adolescentes.
“Ao lado de representantes da rede do Portal do Sertão debatemos o fortalecimento da proteção de crianças e adolescentes e o enfrentamento da violência sexual nos territórios. O projeto Direitos Humanos em Eventos Populares da Bahia tem esse papel: ocupar os grandes eventos com ações de mobilização, conscientização e defesa da vida, fortalecendo a cultura dos direitos humanos em todo o estado”, garantiumou o secretário.
O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, participou do Seminário e reforçou o compromisso da Bahia com a proteção integral da infância e da adolescência. |
O Seminário contou com rodas de diálogo, apresentações temáticas e debates sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital, estratégias de proteção e o papel da sociedade, do poder público e das redes intersetoriais no enfrentamento das violações de direitos.
Para a coordenadora do projeto pelo Instituto Aliança, Adriana Nascimento, realizar um seminário dessa dimensão é um marco para o fortalecimento da rede de proteção à infância e adolescência no território. “O Instituto Aliança conduziu essa ação, em parceria com a SJDH, criando um espaço potente de formação e articulação de estratégias de prevenção e enfrentamento dessas violências. É uma conquista coletiva que nos enche de orgulho”, celebrou.
A ação também buscou ampliar a compreensão sobre a importância de territorializar a pauta dos direitos humanos, aproximando o debate das realidades locais e fortalecendo práticas de cuidado e proteção nos espaços públicos.
“O evento foi um espaço fundamental de troca, formação e fortalecimento da rede de proteção do território. Quando integramos a rede, fortalecemos também a capacidade de proteger, acolher e garantir direitos”, reforçou a coordenadora de Proteção à Criança e ao Adolescente da SJDH, Iara Farias.
Ações nacionais – As mobilizações do Instituto Aliança também integraram a agenda nacional do 18 de Maio, em Brasília, durante o III Congresso Brasileiro de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania entre os dias 18 e 21 de maio.
O encontro reuniu representantes do poder público, da sociedade civil e das redes de proteção para debater estratégias de prevenção, proteção e fortalecimento das políticas públicas voltadas à infância e adolescência.
Representaram o Instituto Aliança na programação nacional Graça Gadelha, consultora sênior do IA, e Akueline Padilha, coordenadora pedagógica do projeto Com.Direitos Recife, contribuindo com reflexões sobre proteção em rede e mobilização social.
“O Congresso Nacional reforçou a urgência de ampliar políticas públicas integradas e permanentes, especialmente diante do crescimento das violências também nos ambientes digitais. Para o Instituto Aliança, participar desse espaço foi importante para contribuir com o debate sobre prevenção, escuta protegida e acompanhamento da construção coletiva da revisão do Plano Nacional de Enfrentamento”, destacou Graça Gadelha.
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O Instituto Aliança marca presença no III Congresso Brasileiro de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, em Brasília, com participação de Graça Gadelha e Akuele Padilha, do projeto Com.Direitos. |
O III Congresso, promovido pelo MDHC em Brasília, reforça a mobilização nacional pela proteção de crianças e adolescentes, com foco na prevenção, no enfrentamento das violências e no fortalecimento das políticas públicas. |
Ações estaduais em Pernambuco e na Bahia – Em Recife (PE), por meio do projeto Com.Direitos, e em Salvador (BA)om a atuação de consultoras do Instituto Aliança, as ações fortaleceram a mobilização social e o enfrentamento das violências sexuais contra crianças e adolescentes.
Por meio de atos públicos, campanhas educativas e debates, as iniciativas buscaram ampliar o engajamento da sociedade e fortalecer as redes de proteção nos territórios.
Em Recife, as atividades promoveram a formação de adolescentes e educadores para identificação de violações, ampliação de repertórios e fortalecimento das redes de apoio. A principal estratégia foi utilizar a educação e o protagonismo juvenil como ferramentas de prevenção. Também foi realizado um encontro formativo com educadores do (Ensino Social Profissionalizante (ESPRO), voltado ao letramento e à preparação prática para atuação diante do tema.
Já em Salvador, as ações tiveram foco na articulação local e na incidência política em direitos humanos. O Instituto Aliança participou do seminário “Caminhos do Cuidado”, promovido pelo Conselho Tutelar com a presença de Sandra Santos, representante da SJDH, reunindo comunidade escolar e rede de proteção.
A instituição também acompanhou a Reunião Técnica Ampliada do PROTEJA, iniciativa que celebrou dois anos de atendimento integrado a vítimas no estado, avaliando resultados e planejando os próximos passos do projeto.
A ação destaca o fortalecimento da rede de proteção e a divulgação dos canais de denúncia e acolhimento. |
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Proteger crianças e adolescentes é um compromisso coletivo que segue ganhando força nas ruas com a campanha Faça Bonito. |
Iara Farias destacou a importância da mobilização coletiva no enfrentamento desses crimes, o compromisso da rede de proteção e as ações desenvolvidas pela SJDH durante o evento do projeto Proteja na Bahia. |
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Em Salvador, o seminário “Caminhos do Cuidado”, promovido pelo Conselho Tutelar, reuniu estudantes, educadores e a rede de proteção no Colégio Estadual Luís Viana para dialogar sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. |
Dois anos do Proteja: a Reunião Técnica Ampliada marcou a celebração da atuação do Centro de Atendimento Integrado a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, com apresentação de resultados e fortalecimento da rede de proteção. |
Saiba mais – O 18 de Maio reafirma que o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes não pode se limitar a uma data simbólica no calendário. A proteção integral exige presença cotidiana, escuta qualificada, articulação entre instituições e fortalecimento permanente das redes que atuam nos territórios, promovendo ações contínuas de prevenção, acolhimento e garantia de direitos.
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