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Equipe do Instituto Aliança com Ana Maria Soares — representante da Suzano — durante a reunião de monitoramento do Programa Aliança pela Empregabilidade. Ana Maria Soares e Bárbara Pereira — coordenadora nacional de inserção do IA — com a equipe da Rede Cidadã, durante visita ao núcleo de Salvador. Jovens do IJCPM (Instituto João Carlos Paes Mendonça) participando de uma oficina de inserção realizada pela equipe do Instituto Aliança.
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Entre 2024 e 2025, a parceria entre o Instituto Aliança e a Suzano, maior produtora mundial de celulose, transformou a trajetória de centenas de jovens brasileiros, resultando na inserção de 680 participantes no mercado de trabalho e alcançando um expressivo índice de empregabilidade entre os formandos. Mais do que números, os resultados representaram um impacto concreto na superação da pobreza em centenas de famílias, com aumento médio de 70% na renda familiar dos participantes. O impacto alcançado motivou a renovação e ampliação da parceria para os anos de 2026 e 2027 e deu origem a um novo programa em 2026: o Aliança pela Empregabilidade.
A iniciativa amplia o alcance da atuação com um desenho mais estratégico e colaborativo, articulando diferentes organizações que atuam na inserção de jovens no mercado de trabalho. Segundo a coordenadora nacional de Inserção, Bárbara Pereira, nessa nova modalidade, o Instituto Aliança é responsável pela inserção profissional de participantes que já concluíram a formação em organizações parceiras. “Contudo, antes de serem encaminhados para processos seletivos por meio do IAE (aplicativo de empregabilidade) e acompanhados pela nossa equipe, esses jovens passam por uma etapa complementar de formação pela equipe do Instituto Aliança, com carga horária de 40 horas”, explicou Bárbara.
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Marcos Coelho, Adriana Moura, Bárbara Pereira, Ingrid Pedrett, Ilma Oliveira, da equipe do IA, e Ana Maria Soares, da Suzano, durante a reunião de monitoramento do Projeto Aliança pela Empregabilidade, acompanhando resultados e fortalecendo estratégias para ampliar oportunidades aos jovens participantes. |
A iniciativa amplia o alcance da atuação com um desenho mais estratégico e colaborativo, articulando diferentes organizações que atuam na inserção de jovens no mercado de trabalho. Segundo a coordenadora nacional de Inserção, Bárbara Pereira, nessa nova modalidade, o Instituto Aliança é responsável pela inserção profissional de participantes que já concluíram a formação em organizações parceiras. “Antes de serem encaminhados para processos seletivos por meio do IAE (aplicativo de empregabilidade) e acompanhados pela nossa equipe, esses jovens passam por uma etapa complementar de preparação, com carga horária de 40 horas”, explicou Bárbara.
A formação inclui uma trilha socioemocional, preparação para entrevistas de emprego e conteúdos práticos, como conhecimentos em varejo, empreendedorismo e competências digitais. Com duração prevista de dois anos, o programa já iniciou parcerias com instituições como o Instituto João Carlos Paes Mendonça e com o Instituto José Silveira, na Bahia.
Como marco da nova etapa da parceria, Salvador recebeu a visita de Ana Maria Soares, consultora territorial de Programas e Projetos, da área de Desenvolvimento Socioambiental, em uma agenda dedicada ao planejamento e à estruturação do novo programa: Aliança pela Empregabilidade. A presença da consultora reafirma o compromisso institucional da empresa com a construção de soluções de longo prazo para a empregabilidade juvenil e a redução das desigualdades.
Ana Maria Soares (representante da Suzano) participando da reunião de monitoramento do Projeto Aliança pela Empregabilidade. |
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Marcos Coelho (coordenador de gestão nacional) participando da reunião de monitoramento do Projeto Aliança pela Empregabilidade. |
Ilma Oliveira (coordenadora pedagógica nacional) participando da reunião de monitoramento do Projeto Aliança pela Empregabilidade. |
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Bárbara Pereira (coordenadora de Inserção nacional) e Adriana Moura (assistente administrativa) participando da reunião de monitoramento do Projeto Aliança pela Empregabilidade. |
Ingrid Pedrett (coordenadora pedagógica) participando da reunião de monitoramento do Projeto Aliança pela Empregabilidade. |
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Equipe do Projeto Aliança pela Empregabilidade em reunião de monitoramento com Ana Maria Soares. |
Para a diretora do Instituto Aliança, Adenil Vieira, os resultados alcançados na primeira etapa e a expansão do programa reafirmam o impacto social e a relevância de investir na inclusão produtiva de jovens, como estratégia de transformação social. “Quando falamos de empregabilidade jovem, estamos falando de transformação social real. Cada jovem inserido no mercado de trabalho representa uma família impactada e um ciclo de oportunidades e perspectivas, renda, autonomia e dignidade no ecossistema familiar. Esse novo programa fortalece ainda mais nossa capacidade de gerar mudanças estruturais e duradouras”, afirmou.
Bárbara Pereira também destacou que o impacto do programa é fruto de um trabalho estruturado e contínuo: “Estamos falando de um resultado que não acontece por acaso. Ele é fruto de uma estratégia estruturada de inclusão produtiva, construída com intencionalidade, método e acompanhamento contínuo”. Segundo a coordenadora, o processo começa com um diagnóstico socioeconômico que permite compreender a realidade de cada jovem. “Investir na juventude é investir em desenvolvimento sustentável. Os dados mostram que quando formação e mercado caminham juntos, a inclusão produtiva deixa de ser pontual e passa a ser transformadora”, completou.
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Marcos Coelho, Adriana Moura, Bárbara Pereira, Ingrid Pedrett, Ilma Oliveira e Ana Maria Soares na reunião de monitoramento do Projeto Aliança pela Empregabilidade. |
Bárbara e Ana Maria Soares durante visita à Rede Cidadã, no núcleo de Salvador-BA, fortalecendo conexões e iniciativas voltadas à empregabilidade dos jovens. |
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Bárbara Pereira e Manuela Souza, coordenadora da Rede Cidadã, em encontro no núcleo de Salvador, fortalecendo parcerias e ações voltadas ao emprego juvenil.
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A nova fase da parceria nasce com uma visão ampliada e maior capilaridade, buscando fortalecer redes locais, apoiar organizações parceiras e ampliar o número de jovens beneficiados, consolidando um ecossistema colaborativo de inclusão produtiva.
Mais do que celebrar indicadores, essa trajetória da parceria reafirma uma convicção: a empregabilidade jovem é uma das ferramentas mais potentes de combate à pobreza e promoção da justiça social. Ao renovar e ampliar sua atuação conjunta, a Suzano e o Instituto Aliança demonstram que investir na inclusão produtiva da juventude é apostar no fortalecimento das famílias, comunidades e no desenvolvimento de um futuro mais inclusivo e sustentável do país, criando oportunidades reais para que milhares de jovens não apenas ingressem no mercado de trabalho, mas transformem de forma definitiva suas histórias.
"Cada jovem inserido no mercado de trabalho já é motivo de celebração. Mas o impacto se torna ainda mais significativo quando essa conquista ultrapassa o indivíduo e transforma também a realidade de sua família", concluiu Adenil Vieira.
Jovens do IJCPM (Instituto João Carlos Paes Mendonça) participando de oficina realizada pela equipe do Instituto Aliança, fortalecendo conhecimentos e construindo caminhos para o futuro profissional. |
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Jovens do IJCPM (Instituto João Carlos Paes Mendonça) participando de oficina realizada pela equipe do Instituto Aliança, fortalecendo conhecimentos e construindo caminhos para o futuro profissional. |
Equipe do Instituto Aliança e do Instituto JCPM. |
Saiba mais – A parceria Suzano e Instituto Aliança iniciou-se em 2024 com o Programa Rotas e Travessias, uma iniciativa do Instituto Aliança e da Fundação Forge. O projeto ofereceu formação e inclusão produtiva para jovens de 17 a 24 anos. Para mais informações, acesse: https://institutoalianca.org.br/rotas/. Em 2026, o Instituto Aliança, em parceria com a Suzano?, lança novo programa: Aliança pela Empregabilidade, iniciativa voltada também para a inclusão produtiva de jovens em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é conectar formação, desenvolvimento pessoal e acesso ao mercado de trabalho formal, ampliando as oportunidades de geração de renda e fortalecimento de trajetórias profissionais.
A iniciativa tem como meta beneficiar até 1.320 jovens e suas famílias ao longo de dois anos nos estados da Bahia, São Paulo, Ceará e Pará. Desses, a expectativa é que 800 participantes sejam inseridos no mercado formal de trabalho e acompanhados durante os quatro primeiros meses após a contratação, recebendo suporte individualizado para favorecer sua permanência no emprego e monitorar os impactos na renda familiar.
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